Nicolau Maquiavel
Nicolau Maquiavel cientista político escreveu “O Príncipe", seu livro
contextualizado no século XVI, trata sobre os principados da época,
demonstrando por exemplos os que falharam e os que não e por que. Paulo
Nader citado por Jônatas Luiz sintetizou que “Maquiavel se apresenta na
história como homem de ação e preocupado com o momento histórico de sua
pátria” (2008, p.97), muitos dizem que Maquiavel escreveu o livro para o
povo, mostrando como os soberanos agem diante a população e outros
acreditam em sua maldade. O pensamento maquiavélico, afirma Jônatas
Luiz, gerou significado substantivo e adjetivo. Substantivo quando
refere a doutrina ou a obra de Maquiavel; adjetivo, por que criou uma
interpretação equivocada, criou um significado da encarnação do
mal.(2007, p.96)
O anti-maquiavelismo como destaca Jônatas Luiz “tornou-se mais forte que o próprio Maquiavel” (2007, p.97), essa imagem de Maquiavélico está mais assimilada a sua figura que sua própria teoria e sua contribuição para a história. Um príncipe, para ele, não deve medir esforços nem hesitar, mesmo que diante da crueldade ou da trapaça, se o que estiver em jogo for a integridade nacional e o bem do seu povo.
De acordo com Rui Costa Pimenta
“Maquiavel é considerado com justiça como o fundador da teoria política moderna devido ao princípio que estabeleceu da separação da política e da moral. Independentemente do maior ou menor acerto das suas receitas e de seus conselhos, Maquiavel estabeleceu que a política pode e deve ter uma base científica e obedecer a leis próprias, condicionadas apenas pela sua eficiência em relação ao seu propósito fundamental, a saber, a conquista e manutenção do poder político.” (O anti- Maquiavélico: o poder como um fim em si mesmo. PCO, disponível em www.pco.org.br)
Assim hoje , em dia, Maquiavel ainda é mal interpretado, porém já é visto como o primeiro a mencionar a palavra “Estado” com o sentido que ela assume atualmente.
Helena Braga Tostes
O anti-maquiavelismo como destaca Jônatas Luiz “tornou-se mais forte que o próprio Maquiavel” (2007, p.97), essa imagem de Maquiavélico está mais assimilada a sua figura que sua própria teoria e sua contribuição para a história. Um príncipe, para ele, não deve medir esforços nem hesitar, mesmo que diante da crueldade ou da trapaça, se o que estiver em jogo for a integridade nacional e o bem do seu povo.
De acordo com Rui Costa Pimenta
“Maquiavel é considerado com justiça como o fundador da teoria política moderna devido ao princípio que estabeleceu da separação da política e da moral. Independentemente do maior ou menor acerto das suas receitas e de seus conselhos, Maquiavel estabeleceu que a política pode e deve ter uma base científica e obedecer a leis próprias, condicionadas apenas pela sua eficiência em relação ao seu propósito fundamental, a saber, a conquista e manutenção do poder político.” (O anti- Maquiavélico: o poder como um fim em si mesmo. PCO, disponível em www.pco.org.br)
Assim hoje , em dia, Maquiavel ainda é mal interpretado, porém já é visto como o primeiro a mencionar a palavra “Estado” com o sentido que ela assume atualmente.
Helena Braga Tostes
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